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Forza Horizon é um jogo de corrida arcade, com elementos de simulaçao, EXCLUSIVO para Xbox 360. Foi lançado em 23 de Outubro de 2012 na América do Norte e Austrália e no dia 26 deste mesmo mês para a Europa e resto do mundo. Produzido pela Playground Games e Turn 10 Studios, e publicado pela Microsoft Studios, Forza Horizon levou a saga Forza para um novo ambiente, diferente das pistas de corrida que a consagraram.

Data de lançamento: 23/10/2012 (América do Norte); 26/10/2012.
Desenvolvedoras: Playground Games e Turn 10 Studios.
Distribuidora: Microsoft Studios.
Categoria: Corrida.
Online: Sim, com multiplayer.
Faixa Etária: Livre.

Compre o jogo: Submarino | Saraiva 

Nota: 86

O jogo se passa no Colorado, Estados Unidos, onde ocorre um evento chamado de Festival Horizon. Neste festival, ocorrem corridas legalmente organizadas (ou seja, nada de polícia) nas quais são divididas respeitando uma certa hierarquia, que é determinada pela cor da pulseira que o piloto usa. Para adquirir uma pulseira, é necessário um número de pontos, os quais são obtidos nas corridas no melhor estilo Fórmula 1, no qual o primeiro colocado ganha mais pontos, o segundo um pouco menos, e por aí vai.
A cada nível de pulseira, existe um piloto considerado a ''estrela'' da categoria. Vencendo-o nas corridas, ganha-se um bônus em dinheiro e, quando você passa para a próxima pulseira, ele o desafia para uma corrida um a um, valendo o carro que ele usa.



 


ENREDO:


A história começa da seguinte maneira: Você está pilotando o carro propaganda do jogo (o Dodge Viper amarelo), quando lhe é apresentado o atual campeão das corridas do Festival Horizon, Darius Flynt. Há um pequeno racha e logo após vocês dois passarem numa espécie de restaurante, bem próximos ao Festival, o foco muda para o personagem principal. Quando o locutor da rádio que seu carro estava sintonizado avisa que abriram 10 vagas extras para o festival, e que os dez primeiros pilotos que chegarem a terão, você o assume e tem que correr contra outros pilotos (dessa vez utilizando um mísero Volkswagen Corrado) e fazer a sua inscrição, recebendo uma pulseira.
O começo do jogo é bastante divertido e as cutscenes ("filminhos" na linguagem coloqual) empolgam com sua beleza, porém, só existem umas 3 ou 4 cutscenes no jogo, e todas elas no começo. Uma pena.
Seu objetivo principal é correr, ganhar pontos e, consequentemente, pulseiras, ganhar o campeonato e se banhar com dinheiro. Resumidamente, a história é bem parada, na qual seu único sentimento com o jogo vem das estrelas que cada pulseira possui. A personalidade de cada um, combinado com a maneira que eles pilotam, interferem no modo com que você correrá contra eles. Teve um piloto que eu fazia questão de fazê-lo rodar, por exemplo.
Depois de concluído, as coisas para se fazer acabam, sobrando apenas o modo do passeio livre e os segredos do jogo (que são bem fáceis), a não ser que queira refazer algumas corridas já feitas. Pelo menos tem o multiplayer.

Nota: 10/20


Uma das poucas cutscenes do jogo.
   
JOGABILIDADE:



A jogabilidade do jogo é boa, os poucos comandos são bem distribuídos pelo controle e respondem rapidamente. Você basicamente acelera, freia e faz curvas. Para os mais experientes, você também deve trocar a marcha utilizando dois botões. Para os ainda mais experientes, tem a opção de habilitar a engrenagem. Há, ainda, um comando que faz com que você volte no tempo, caso queira mudar a forma como fez certa curva, por exemplo, ou se bateu feio mesmo. Isso, que é uma das marcas registradas de toda a saga Forza, acaba sendo muito útil no jogo.
Como eu disse no começo do post, este é um jogo arcade com ELEMENTOS de simulação, ou seja, por mais que a franquia Forza seja conhecida por fazer jogos com alto nível de simulação, este não é. Os elementos de simulação aparecem levemente na forma como o carro se comporta, principalmente nas curvas, sempre mantendo o estilo arcade de ser. É totalmente justificável a presença Arcade no jogo, já que, devido ao tráfego de veículos, qualquer batida a mais de 150km/h seria perda total do seu carro, e, mesmo podendo usar o comando para voltar no tempo, isto seria tão constante que uma hora vai ficar entediante.
Os adversários também se comportam de modo arcade, que, resumidamente, é ser cada vez mais apelativo conforme o nível de dificuldade deles aumenta (ter mais ajuda do ''computador''). Claro que, nunca teremos um CPU fazendo curvas a 200 km/h, ou vencendo corridas utilizando um Fusca, mesmo se seu carro for um Viper, por exemplo. Isso não acontece.
A dificuldade do jogo se divide em duas partes: a dificuldade para pilotar o carro, e a dificuldade da CPU. Para a primeira, temos a opção de habilitar ou desabilitar ajudas na pilotagem, como freios ABS, controle de tração, etc. Cada ajuda de pilotagem desabilitada gera uma porcentagem bônus no valor do prêmio final de cada corrida. Para a segunda, é simplesmente escolher ''Fácil'', ''Médio'' ou ''Difícil''.
As corridas ou são no estilo circuito (Circuit), ou são no estilo ''do ponto A para o ponto B" (Sprint). Em paralelo com as corridas do festival, há corridas ilegais, chefiadas por uma das estrelas do festival. Elas são Sprints, normalmente ocorrem à noite. Essas corridas ilegais ocorrem em diversos locais do jogo, e são liberadas confirme o jogador avança no festival. Minha recomendação é que você faça todas elas, o dinheiro por corrida é alto e, ainda, quando todas as corridas ilegais de um local forem completadas, o jogador ganha um carro.
Outra coisa que posso destacar são as corridas especiais (Corrida de Exibição), com o propósito de marketing (no jogo). O jogador deve correr um veículo determinado, contra um(s) adversário(s) diferenciado, como um helicóptero, por exemplo, ou uma corrida de Mini-Cooper's. Caso ganhe, o jogador ganha o carro que utilizou na corrida.
Existem cerca de 58 marcas de carros para se escolher no jogo, o que é um número muito grande, pois a cada marca podemos ter de 1 até mais de 15 carros. Podemos customizá-los de duas maneiras diferentes: visualmente e mecanicamente. A customização mecânica é o que temos em quase todos os jogos de corrida: melhorar motor, colocar suspensão, turbo, etc., com exceção do nitro, nunca utilizado na franquia. Já a customização visual é aquela em que sua imaginação pode fazer o que quiser. Temos uma forma de customização dos para-choques e aerofólios, que muda de acordo com o carro, mas é um tanto limitado (não vá pensando que é Need For Speed), customização de rodas, etc. Na parte de aplicar adesivos é que a maior parte do tempo é gasta. A quantidade de formas disponíveis, e a forma como você pode trabalhar com elas (com um limite de 1000 formas para cada seção do carro, como lado esquerdo, capô, etc.) lhe permitem criar o que quiser. Lembrando que isso vem desde o Forza 2 (2007). É simplesmente genial.
O multiplayer do jogo é ok, mas possui alguns bugs, mas é bem divertido, pois existem alguns modos bem divertidos, como o Infectado, no qual temos vários jogadores andando no mapa e um deles vira um "infectado". Esse "infectado" infecta os outros carros apenas relando neles. Quem sobreviver mais tempo, vence o jogo.

Nota: 19/20


Um pequeno exemplo do que pode ser feito com os adesivos no jogo.
 

GRÁFICOS:

Os gráficos do jogo são belos e bem trabalhados. Não há problema com renderização atrasada ou travamentos na jogatina para carregar certo lugar.
Destaque para os detalhes, principalmente dos carros. Certos carros tem um aerofólio que sobe automaticamente para manter o equilíbrio do carro (no Forza 3 isso não existia, por exemplo). O dano recebido também é visualmente bonito. Não é perfeito, mas faz a sua função muito bem. Outro detalhe visto nos carros é o interior. Na visão de cockpit, é possível ver o interior do carro e, cada carro possui o seu própio cockpit, desenhado a partir do modelo real.
Mais um detalhe, esse que eu sempre faço questão de dizer, mesmo não sendo muito importante, são os freios. Se seu carro está muito rápido, e freia durante um tempo, é possível ver o freio esquentando e depois resfriando (depois de freiar).
Uma parte que decepcionou, mas que foi feita para não sobrecarregar o console, são os humanos que ficam andando pelo festival (sempre protegidos dos carros). Eles são bem quadrados e feios, e existem em grande número. Quando se passa em alta velocidade por eles da um efeito bacana de torcida (só não pare para olhar).

Nota: 19/20

Exemplo de dano no jogo.


AMBIENTAÇÃO:
 
O ambiente do jogo é muito bonito. As diferentes regiões do mapa são muito bem trabalhadas. Existem 65 tipos diferentes de terreno no jogo... Pois é, e é perceptível isso, principalmente nas partes de terra, onde se nota a suspensão do carro pulando sem parar (muito bacana isso).
Essa região do Colorado foi escolhida especialmente por conter diversos tipos de ''beleza'', como canyons e florestas, o que facilita a criação do mapa.
Varias coisas acontecem ao mesmo tempo, tráfego de carros (carros que existem na realidade ainda por cima), outros "competidores" passeando pela cidade, fogos de artifício perto do festival, balões de ar no céu, shows de música, etc. Esses pequenos detalhes é que consagram esta como uma ótima ambientação. Ainda por cima, os dias passam. Apesar de não ser um fator importante, é algo bastante legal para um jogo de corrida.


Nota 20/20


Visão do cockpit.


SOM:



 O jogo conta com três estações de rádio diferentes: A Horizon Pulse, Horizon Bass Arena e Horizon Rocks. A primeira segue o estilo Pop, a segunda toca músicas Eletrônicas. Por fim, a Horizon Rocks toca músicas no estilo Rock. Pena que não é o Rock que todos estamos acostumados... Este está mais para um Pop-Rock.
Conforme o jogador avança no jogo, comentários dos locutores das rádios, entrevistas com as estrelas (algumas até falando sobre o personagem principal) e outras coisas, que não tem relação com a música, serão feitas. Isso dá uma dinâmica diferente e eficiente, não deixando a rádio em um estado monótono.
Os carros possuem som original, no começo, que pode ser modificado com alterações no motor. 
O jogo está dublado, em português brasileiro, o que é muito bom. A dublagem é muito bem feita (não robótica). Porém, o que deixa a desejar um pouco são os textos. Alguns textos traduzidos utilizaram termos que não são ditos em frases informais, mas isso não atrapalha.
De resto, nada a reclamar.

Nota: 18/20

O mapa do jogo. É enorme.

CONCLUSÃO:


Eu fechei o jogo após vencer 91 corridas, levando um tempo de 8 horas e 2 minutos (incluindo exploração e customização), totalizando 59,6% do total que o jogo pode oferecer. 
Com isso, presumo que a campanha dura entre 5 e 12 horas de duração, dependendo de cada jogador. 
Forza Horizon é um jogo para relaxar, já que a história (que praticamente é um conceito, ou seja, um motivo para as coisas acontecerem) não é das melhores. 
O que sugiro é: Aproveite os gráficos, contemple a ambientação, coloque um visual nos seus carros e divirta-se com as corridas. É um jogo muito divertido (não confundir com engraçado).


NOTA FINAL: 86



                                                                                                                                                      

Análise feita por:

Roberto Plínio

Não sabe se prefere ser chamado de Robert Jones ou RobertoR34. Tem um Xbox 360 quase morrendo e um PC Gamer (por isso não larga da Steam).Não é de ficar vendo tv e só lê os livros que lhe convém. Tenta levar uma vida de esportista no seu tempo livre.







DmC: Devil May Cry

Dante, o protagonista,  com suas armas "Ebony" e "Ivory".

O emo badass(difícil ouvir isso) do mundo Devil May Cry está de volta, procurando vingança e matando demônios!E o melhor...Não mais emo!

DmC: Devil May Cry é um jogo single-player de Action-Adventure no melhor estilo "Hack n' Slash", com elementos de RPG.Foi lançado para Xbox 360,Playstation 3 e PC, feito pela empresa Ninja Theory e publicada pela Capcom.Conta com um personagem já conhecido no mundo dos jogos: Dante, em um estilo diferente, meio rebelde.




Data de lançamento:  15/01/13(Xbox 360 e PS3) e 24/01/13(PC)       


Plataforma(s): Xbox 360, PS3 e PC 
Desenvolvedora: Ninja Theory
Publicadora: Capcom
Categoria: Action-Adventure; Hack n' Slash
Multiplayer: Não.
Online: Não.
Faixa etária: Para maiores de 16 anos.

Compre o jogo :  Submarino | Saraiva | Steam


Nota: 87





A história começa com Dante pelado(isso mesmo!) em seu trailer em um parque de diversões.Depois de uma ressaca, ele é acordado por uma desconhecida, o avisando que um Demon Hunter (que, na verdade, também é um demônio) está atrás de você para te matar.Logo em seguida o Hunter aparece, te leva para o "Limbo" e tenta te atacar, errando o ataque, e acertando seu trailer.Quando o trailer é puxado, Dante voa pelo trailer, colocando suas roupas e logo em seguida, vai atrás do Hunter,de suas armas prediletas Ebony e Ivory, de sua jaqueta de couro, e dá pessoa que te avisou o que iria acontecer.Mais para frente você descobre que essa desconhecida é Kat, que faz parte de um grupo chamado "A Ordem", que faz pesquisas secretas sobre você e seu paradeiro.

Enredo:

A história começa meio confusa e sem nenhuma explicação, porém com o avanço das missões, você entende a história do jogo, que na realidade não é tão complexa como você pode achar inicialmente.Apesar da história não ser tão complexa, ela é grande e envolve várias coisas fora do que Kat te diz inicialmente.
Kat, Integrante da "Ordem".

Ao longo do jogo você conhece personagens, que posteriormente pode virar seus aliados, assim como encontra demônios diferentes que você terá que matar.Alguns demônios, assim como algumas armas são diferentes do que os outros jogos da série Devil May Cry, o que pode causar estranheza quando os são encontrados.Apesar disso, depois de observar os ataques deles você aprende a se esquivar e atacar na hora certa o seu inimigo, assim como aprende a dar combos com as armas que você ainda não se familiarizou.
Muita gente pode não gostar da história inicialmente pois o jogo trata-se de um reboost na série, mostrando uma história diferente dos outros jogos.
O enredo do jogo é muito bem escrito, e contém muitas partes que irá prender seu foco e que irá esclarece muita coisa que acontece no jogo.O enredo tem reviravoltas que também foram muito bem feitas, e que dá um "algo a mais" na história do jogo.

Nota: 17/20

Jogabilidade:
A jogabilidade é ótima.Contém vários movimentos diferentes, desde fáceis até complexos, que você aprende(compra, na verdade)ao longo da história.Os combos das armas são fáceis para quem é acostumado com jogos no mesmo estilo, e esses combos contribui muito para sua pontuação final de cada fase.O jogo contém um pouco de humor, que ajuda a te descontrair enquanto joga.
Dante contra os demônios do Limbo.

No final da fase, você ganha uma pontuação em letras: D - Dirty!; C - Cruel!; B - Brutal!; A - Anarchic!; S - Savage!; SS - SSadistic!!; SSS - SSSensational!!!.Ela é dividida em várias sessões para "montar" a pontuação final:

"Pontos de estilo" - Dita a sua pontuação pelos combos diferentes, quantos inimigos seguidos você acertou, quantos golpes conseguiu dar nos inimigos sem parar, etc.Essa com certeza é o que mais valoriza sua pontuação final. In-game, a pontuação vai de D à SSS também.

"Tempo" - O tempo que você demora para completar as missões.

"Concluído" - Apesar de não ter sentido lendo assim, ela checa se você pegou todas as chaves das fases, se abriu todas as portas para as "missões secretas" e se absolveu todas as "almas perdidas" que te dá orbs vermelhas à mais.Depois de pego todas essas coisas, independente da dificuldade ou modo que você jogou, você não precisará pegar novamente.O mesmo acontece com as armas e skills que você pega pela história.

"Itens Usados" - Há 5 itens usáveis no meio das missões.Essa sessão te dará um rank dependendo de quantos desses itens você usou.

"Baixas" - Te dá uma pontuação a partir de quantas vezes você morreu na missão.
Exemplo de pontuação final. Na coluna das pontuações: "Pontos de Estilo", "Tempo", "Concluído", "Itens Usados" e "Baixas" respectivamente.

A dificuldade do jogo é ridiculamente fácil quando você joga nas dificuldades do modo "Devil May Cry".Os níveis desse modo são: Humano, Devil Hunter e Nephilim.
A partir que você dá final em uma dessas dificuldades, você abre um modo novo chamado "Son of Sparda", onde os inimigos são mais fortes, tem combos maiores e que vem em ordens diferentes.Depois de finalizar esse modo, você abre os modos "Dante Must Die!" e "Heaven or Hell".O modo "Dante Must Die!" com certeza é o modo mais difícil desse jogo, onde os inimigos são muito mais fortes, vem em maiores quantidades e com a vida bem maior do que a do "Son of Sparda".O modo "Heaven or Hell" é fácil, pois nela os inimigos e os bosses, assim como Dante, morrem com um golpe só, então basta usar a "Ebony e Ivory" na maioria dos inimigos e já era.
Depois de finalizar o modo "Heaven or Hell" você abre o último modo chamado "Hell and Hell" onde os inimigos são iguais aos do "Son of Sparda" só que Dante morre com um só golpe.É aconselhado a dar final no modo "Dante Must Die!" primeiro, pois você abre o modo Super Dante, onde a sua "Devil Trigger" é infinita, e que será muito útil para esse modo!
Infelizmente, para jogar esses modos, só com muita paciência, pois as missões são sempre as mesmas independente do modo que você jogue, então se você cansa de jogar a mesma coisa toda vez, você não sairá do modo "Dante Must Die!"...A não ser que você goste muito de sofrer.


Menu dos modos/dificuldades.
Nota: 17/20

Gráficos:

Os gráficos são bem desenhados e bem feitos.Os detalhes são muito bem encaixados assim como as sombras das personagens e dos objetos.As cutscenes tem detalhes muito bons assim como os objetos dentro deles.
Como nós já explicamos na postagem "Sistema de análises - Explicação", quando há alguma mudança no jogo em algum outro console ou semelhante, nós avisariamos na postagem, e esse jogo é um deles.No Windows, o jogo tem problemas com os fps e com as sombras, fazendo com que o jogo fique meio "instável".Mas como estamos analisando pelo Xbox 360, isso não influenciará na pontuação desse tópico.

Nota: 18/20

Ambientação:

A ambientação do jogo é meio que diferente, para um jogo onde o caos reina.Algumas missões, por onde você passa, tem bastante destruição pelo caminho, assim como há algumas missões onde o caos não aparece tanto.O mundo do jogo onde você passa seu tempo é chamado de Limbo, que é a dimensão onde os demônios reinam...Apesar disso, a destruição algumas vezes não é vista, o que é estranho já que quando falamos de demônios a primeira coisa que vem na nossa cabeça é a própria destruição.
Um exemplo de ambientação no Limbo...Viu?Não parece que estamos em um mundo repleto de demônios.

Nota: 16/20

Som:

Com certeza é uma das melhores partes desse jogo.A atuação de voz é muito boa e faz com que você realmente acredite que a voz é do personagem.O som ambiente é bom, e dá um charme na ambientação dos lugares, principalmente nas missões 13 e 17.
A melhor parte desse tópico, com certeza é a soundtrack.As músicas no meio dos confrontos deixam as lutas mais emocionantes com as músicas no estilo Heavy Metal que é tocada enquanto você luta com vários demônios diferentes, em lugares diferentes.Com certeza, um dos melhores pontos desse game!

Nota: 19/20

Conclusão:

Pontos fortes: História bem feita; Gráficos bem detalhados; Dificuldade para vários tipos de players; Soundtrack épica.

Pontos fracos: Ambientação com relação ao mundo do jogo.

Pontos neutros: -

Nota final: 17+17+18+16+19 = 87





Caique Palermo Vasconcellos
Analisa jogos de Xbox 360 para o RandonsThings. Gosta de ouvir Rap e Rock.Acha que o pior erro da sua vida foi entrar em um colégio federal. Quando criança assistia Adult Swin do Cartoon Network, Hermes e Renato e Beavis & Butthead da MTV, por isso ele não se considera "normal".



Hoje pudemos conferir o que vem na caixa do Xcaixa (que escroto...), Major Nelson faz o unboxing do tão aguardado console da Miscrosoft em um vídeo disponibilizado hoje no canal oficial do Xbox.


A caixa (muito bonita por sinal) parece ser menor que o console, porém, daqui um ano ja aparece a versão slim, logo, isso não é um problema. O console não possui fonte interna e a fonte externa é grande, um verdadeiro tijolo ("power brick"... haha). Dentro da caixa vem:

- Cabo HDMI preparado para 4K (apesar dos jogos inicialmente rodaram em 1080p);
- Controle;
- Kinect;
- Manual impresso e "outros papéis";
- Um adesivo do Xbox;
- Fonte Externa;
- Cabo de alimentação;
- Headphone (ao que parece, agora, todas as versão do videogame virão com o headphone);
- E... o console... claro;

 Eu particularmente achei o console feio pra car*, maaas, é o que tem pra janta... então...

Logo, logo poderão conferir aqui no RandonsThings um comparativo completo entre os consoles da 8ª geração. Fiquem Ligados.


Post por: Igor


Igor Souza
Joga uns games de vez em quando (PS, XBOX e PC), lê sempre que arranja um tempo. Gosta de rock, principalmente quando é acústico, e tenta toca uns instrumentos às vezes. Procura estar por dentro das tecnologias atuais. Cursando terceiro ano do ensino médio integrado ao técnico em eletrônica e tentando ter uma vida além da escola (isto é quase impossível).


Você pode estar se perguntando o porquê deste post ser uma preview sendo que o jogos já está disponível para compra na Steam. Sim ele está disponível, porém, está em fase alpha, logo, não foi lançado...ainda.



Em Prison Architect você está na direção de um presídio. Isto inclui desde construir áreas, paredes, geradores de energia, até contratar funcionários e administrar os gastos da prisão.
Uma proposta parecida a é apresentada nos jogos da série Prison Tycoon, porém em Prison Architect você pode não somente alocar prédios prontos, e sim realmente construir sua prisão. Na versão alpha do jogo que está disponível você pode construir a fundação dos prédios, diferentes tipos de paredes e pisos, alocar salas dentro destes prédios (e cada sala possui suas necessidades), contratar funcionários, desenvolver pesquisas para melhorar sua prisão, construir geradores de energia, bombas d’águas, cabos e canos, e mais uma gama de possibilidades. Ou seja, você precisa cuidar desde a alimentação dos presos até da segurança dos banheiros.
Existem diversos empregados no jogo, são eles: trabalhador, guarda, médico, cozinheiro, jardineiro, zelador, administrador, chefe de polícia, patrão (do jardineiro e zelador), psicólogo, contador e advogado. Existem alguns funcionários, digamos, “especiais” que servem para liberar outros empregados, realizar melhorias ou enviar relatórios, como o administrador, o chefe de polícia, o patrão, o contador, o psicólogo e o advogado, e estes precisam de um escritório para que possam trabalhar. O cozinheiro precisa de um cozinha para trabalhar (dãã) e o médico da enfermaria, os outros empregados não necessitam de um espaço específico de trabalho.
Existem diversas salas no jogo como: cela, cela de espera, solitária, chuveiros, cozinha, escritório, sala de execução, sala de segurança, enfermaria, sala de visitas e muitas outras que estão disponíveis na wiki do jogo.
O jogo possui um capítulo inicial denominado introdução no qual você aprende, de forma precária, como funciona a mecânica do jogo. Como o jogo está em alpha possivelmente isto será desenvolvido, talvez até mesmo em forma de campanha. Essa introdução conta até a historinha de um preso que foi condenado a morte, o jogo conta essa história através de desenhos e umas espécies de fotos desenhadas, porém com o fundo da cena com os gráficos do jogo, como mostra  imagem abaixo.
Capítulo de Introdução do jogo.


Em relação aos gráficos...bom...digamos que não é o foco do jogo. A visão do jogo é 2D (vista superior) e qualquer objeto, pessoa ou parede é apresentado em um forma de desenho (2D claro). Porém mesmo para o objetivo do jogo, que é a parte de administração, os gráficos precisam de um retoques e ocorrem diversos bugs bem zoados, principalmente em relação às sombras dos objetos.

Prisioneiros no pátio.

No jogo você precisa atender as necessidades dos presos, como ver a família, entretenimento, fome, e, caso ele não esteja satisfeito, prepare seus guardas e ligue para emergência pois uma rebelião acontecerá. O jogo inclusive mostra o nível de segurança de sua penitenciária. Outro evento que pode ocorrer no jogo é um incêndio, neste caso voce terá que ligar aos bombeiros.

Um exemplo de rebelião.

Conforme avança no jogo você pode definir a segurança das salas, se ela podem ou não ser frequentadas por presos, definir patrulha de guardas, entre outros.
Existem basicamente três tipos de presos, os de segurança mínima, média e máxima, esse nível demonstra o cuidado que deve ter em lidar com eles.
O jogo está sendo desenvolvido pela Introvesion Software, distribuído pela Introversion  e está disponível para compra no site oficial da empresa e também pela Steam. E agora vem um dos pontos que menos me agradou: o jogo custa de R$49,90 à R$99,90 na Steam e no site existem versões de $30 à $1000. Não vejo problema nenhum em sistemas como Kickstarter e outros, são muito bons inclusive, porém pelo fato de o jogo estar em Alpha com diversos bugs, pelo menos alguma versão mais em conta deveria estar disponível para compra.

A forma como a prosposta do jogo é apresentada é inovadora e banstante interessante. O jogo me prendeu por algumas horas direto logo na primeira vez que abri ele. Espero que a Introversion não nos decepcione.


Post por: Igor

Sistemas de análise #1 - Entenda como são feitas as reviews dos jogos

Antes de mais nada, devemos explicar como funciona o blog.Cada categoria é administrada por uma pessoa diferente, logo, as análises de livros, filmes/séries e jogos podem possuir sistemas de pontuação diferentes.Como por exemplo: Nos livros,quem faz a análise, não irá pontuá-los, assim como cada livro será analisado de uma forma diferente. Já os jogos serão analisados de forma variada, de acordo com o tipo de jogo, produtora, orçamento, e outros, porém levando em conta 5 quesitos (que serão explicados logo abaixo).

Depois das explicações, vamos ao sistema de review dos jogos:

Os pontos a serem analisados são divididos em 5 partes:


 Com essas categorias, nós temos uma melhor precisão ao analisar um game.Apesar disso, algumas vezes podem ter jogos que não terá uma categoria ou subcategoria.Um jogo pode não ter uma subcategoria analisada, como no caso de jogos que não são RPG, e que não terá jeito de analisar sistema de nível ou skill.

No ponto "Enredo" analisamos a história do jogo e  outras coisas ques estão relacionadas a essa, como o carisma dos personagens, por exemplo.

No ponto "Jogabilidade" analisamos os controles, se são fáceis de guardar e se respondem bem aos comandos;Também analisamos o sistema de level up ou skills do game.

No ponto "Gráficos" analisamos a qualidade e os detalhes dos gráficos dos games.

No ponto "Ambientação" analisamos os cenários do jogo e se ele te convence da época que se passa.Não colocamos junto ao "Gráficos", pois há games que o gráfico não é muito bom, mas a ambientação é ótima e te convence que o jogo é bonito mesmo sem um gráfico bem trabalhado.

No ponto "Som" analisamos o Som Ambiente, que vai desde o som dos passos até o som de uma floresta densa.Também analisamos a Soundtrack do jogo, se é boa e bonita ou se é ruim e de baixa qualidade.A Dublagem é o outro ponto de análise que fazemos, analisando a sincronização e a dublagem.

As vezes, em algum jogo, podemos mudar algum ponto de análise que não entra nesses pontos, mas quando fizermos isso, avisaremos para não ficarem confusos.

Esses 5 tópicos analisados tem notas que variam de 0 à 20, e a nota final é de 100 pontos.

Em toda review, ao lado das informações gerais sobre o jogo, existirá um termômetro. Este indica a nota dada ao jogo.
Termômetro indicador da nota.

Quando as reviews são postadas, colocamos no título o nome de um console entre colchetes como por exemplo: [NOMEDOCONSOLE]

Usamos isso para indicar em qual console o game foi jogado, para fazer tal análise.Quando há alguma mudança em algum ponto de análise entre os consoles, indicaremos qual é, na própria review.Se não tiver nenhuma indicação, é porque não há mudanças ou há uma mudança difícil de ser notada.

Risen 2: Dark Waters



Nameless Hero, o protagonista.
 - 

Se você gosta de história mitológicas e de piratas, somado à batalhas de espadas ou armas de fogo, esse jogo irá prender sua atenção!

Risen 2: Dark Waters é um jogo single-player no estilo Action RPG lançado para Xbox 360, PS3 e PC, sendo a sequência do jogo Risen, ambos feitos pela Piranha Bytes e publicados pela Deep Silver (sim,aquela do Dead Island). Nele você controla o carismático personagem "Nameless Hero" (ou "Herói  Sem Nome").




Data de lançamento: 31/07/12(Xbox 360 e PS3) e 24/04/12(PC)       
Plataforma(s): Xbox 360, PS3 e PC 
Desenvolvedora: Piranha Bytes
Publicadora: Deep Silver
Categoria: Action RPG.
Multiplayer: Não.
Online: Não.
Faixa etária: Para maiores de 17 anos.

Compre o jogo : Submarino | Saraiva | Steam

Nota: 78




A história começa em Caldera, na base da "Inquisition"("Inquisição"), um grande grupo armado da qual você é integrante.
Depois de muito tempo de bebida para tentar esquecer o passado contra os titãs em  Faranga(Risen 1), eis que surge um navio que é destruído por um Kraken.Seu comandante, Carlos, pede para você ir até à praia, para ver se há algum sobrevivente.Só uma pessoa sobrevive: Patty, filha do lendário pirata Gregorius Emanuel Steelbeard.
Comandante Carlos conta uma lenda sobre para você, sobre Steelbeard: Ele tem uma arma mágica capaz de deter a Deusa-Titã Mara, que controla o Kraken e alguns grupos de piratas.
Após explicações, Carlos te expulsa da Inquisition e lhe dá sua última missão: Procurar Steelbeard, se infiltrando como pirata, e usar a arma para matar Mara.

Enredo:

O game apresenta uma história criativa,e à primeira vista,clara e objetiva...Ache Steelbeard, pegue sua arma mágica, mate Mara e salve o mundo.O que poderia dar errado?Apesar da história parecer simples inicialmente,ela fica mais complexa a cada quest, onde reviravoltas acontecem, deixando a história mais interessante e assim prendendo a atenção de quem joga.
Apesar de ter objetivos simples que se entrelaçam, algumas quests podem ser feitas de diferentes jeitos podendo causar uma mudança na situação, mas não no objetivo principal, que é Matar Mara.

As personagens variam entre "muito carismático" como o Nameless Hero ou o Capitão Steelbeard, e nada carismático como algumas personagens de side quests.Apesar de alguns não serem tão carismáticos, poucas vezes você irá achar um personagem assim, e você quase não irá percerber pois estará mais focado na história, pois esse é o grande forte do game.

Há um sistema de "lendas", onde você, quando lê um determinado livro, "abre" uma quest secundária que envolve algum objeto lendário, que quando achado, aumenta pontos nos atributos ou nas suas habilidades.

Também há um sistema de tesouros, que é aberto quando você acha,compra ou rouba um mapa de tesouro, assim abrindo uma quest secundária que é achar onde este tesouro está enterrado.Apesar de ser uma ideia boa e original, o sistema é meio estranho, pois antes de vc ter um mapa e passar pelo determinado local, não há tesouro nenhum(Lógico, que pirata sairia cavando atrás de tesouro, sem ter um mapa?), mas quando você acha o mapa e vai no determinado lugar, você acha um grande e vermelho "X" na areia, e ai vem a parte mais estranha: Você cava com uma pá, mas não tira nada de terra de cima. Depois de umas cavadas, Nameless Hero tira o grande baú na raça, mas a terra contínua intacta, sem nenhum buraco.

Nota: 18/20

Jogabilidade:

A jogabilidade é muito boa, simples e responde quase que à mesma velocidade do apertar do botão.
O sistema de combate pode ser bom ou ruim,dependendo só de suas habilidades tanto dentro do jogo (atributos e skills),quanto fora dela(o seu reflexo), também dependendo do inimigo que varia entre animais,outros piratas, bichos "mutantes", etc.
Quando você conversa com os personagens do game, abrirá um menu com algumas frases para você usar, podendo ter efeitos bons, ruins ou neutros, então pense bem antes de conversar com alguém.

Nameless Hero e Patty – Menu de conversa.



As skills no jogo depende do seu nível em alguns "atributos", sendo eles:

"Blades", que são suas habilidades com espadas cortantes,perfurantes e arremessáveis.

"Firearms" que são as habilidades com mosquetões, shotguns e pistolas.

"Toughness" que é dividida em proteção de danos contra espadas,contra armas de fogo, e a habilidade de intimidar pessoas.

"Cunning" são as habilidades de Dirty Tricks,que é dividida entre "movimentos sujos"(como jogar areia nos olhos do inimigo),Thievery(sneaking, pickpocketing e uma das habilidades mais importantes nesse jogo: O lockpicking), e também o "Silver Tongue" que é a habilidade de usar as "palavras" á seu favor.


Também temos um atributo díficil de se ver em games: O "Voodoo", que é dividido entre a Black Magic, usado para fazer maldições ou usar "cajados mágicos", o Death Cult para invocar um espírito e o Ritual para aumentar o poder de poções...Apesar de ser uma ideia legal de usar voodoo para avançar no jogo, ela é uma habilidade que deixa a desejar, pois não é muito efetivo contra inimigos que não seja humano, pois com humanos você pode fazer bonecos voodoo e controla-los à seu favor.O jogo, além disso, permite que você compre ou ache roupas e acessórios, podendo modificar o visual de Nameless ao seu gosto, podendo dar certos tipos de proteções.Há várias categorias para modificar no seu personagem, sendo eles: Chapéis,camisas,calças,botas,colares e brincos


Aba de “Atributos” – Menu do personagem.




Para aumentar pontos de atributo, você precisa de "Glory"(Glória), que você ganha por matar inimigos e terminar quests.Mas para aprender as skills você precisa pagar por elas,e é ai que vem o problema, pois no começo do jogo é dificil você ganhar Glory para aumentar seus atributos, pois a maioria dos inimigos são fortes para você, ou é díficil de ser combatido sem ter certas skills como esquiva e contra-ataque com espadas, ou chute para abrir espaço na luta e incapacitar inimigos,assim como ganhar gold é dificil.O menor preço de uma skill é de 500 gold, e isso no começo do jogo é muito dinheiro!Então se você não gosta de dificuldade a ponto de ter que pensar em cada passo seguir sem que te prejudique no caminho das quests, esse jogo com certeza não é para você.Mesmo quem gosta de dificuldade pode sofrer um pouco, então faça como o próprio jogo te indica: "Save Often"...

Outro problema da jogabilidade é o pulo...Quando você pula, a câmera sobe dando não só a impressão que você pulou de um lugar mais alto do que realmente é, ainda drena sua vida como se você tivesse mesmo pulado de uma altura maior.Apesar disso, o sistema de heal do game é de fácil entendimento.Você pode recuperar sua vida dormindo, tomando bebidas(Rum, por exemplo) ou comendo "Provisions", que são os alimentos do jogo.

Nota: 16/20

Gráficos:

As texturas deixam o jogo muito atraente...Mas só de longe.Quando muito perto eles deixam a desejar, pois você percebe que não há tantos detalhes, e algumas coisas, como a grama parece não ter vida, pois apesar de se mexerem com o vento, não se mexem com a sua passagem ou de seus inimigos.As árvores por sua vez deixam o cenário mais agradável, pois elas se mexem com a ação do vento, como na "vida real".
As sombras, de vez em quando se encaixam perfeitamente no cenário, mas a maioria das vezes não se encaixam tão perfeitamente, assim como as vezes há alguns glitchs.Um exemplo é que dependendo de como você posiciona a câmera do jogo, a sombra fica sumindo e aparecendo, como se fossem luzes das árvores de natal.

Nota: 12/20

Ambientação:

Apesar dos gráficos não serem tão bem feitos, a ambientação do jogo é muito boa, dando a uma real impressão de que você está nas ilhas caribenhas das histórias de piratas.Cada ilha tem várias coisas que as deixam especialmente diferentes das demais, como por exemplo em Caldera, onde a ilha tem uma base da "Inquisição" em uma parte, e na outra parte uma cidade, e a ambientação bem feita faz com que você perceba a grande mudança de cenário.
O único problema na ambientação, que não prejudica muito, é quando você entra em cavernas ou tumbas.Na frente da entrada, você consegue enxergar o que há dentro, mas quando você entra, uma neblina densa aparece e atrapalha um pouco a visão,e quando você anda poucos passos à frente,
a neblina some.
Um ponto legal desse jogo, é que há a passagem de tempo, com manhãs, tardes, noites e madrugadas.

Nameless Hero contra um Firebird - A ambientação é um ponto muito bom do jogo, o que compensa o gráfico mal trabalhado


Nota: 18/20

Som:

O som é um ponto neutro nesse jogo pois há coisas que se anulam.O exemplo mais notável é o som ambiente, que é muito bom, mas raramente é ouvido pois as músicas de fundo cobre esse som.
A música de fundo (Soundtrack) é original, e é tocada quase que sem pausas, mas não há nada de especial.A única coisa que se nota, é que quando você luta contra um oponente mais forte que você, a soundtrack deixa a situação um pouco mais tensa, mas nada que surpreenda muito.
A atuação de voz é muito boa, e te convence que o jogo é mesmo com temas de piratas, usando palavrões e expressões para deixa-lá ainda mais parecido com a "vida real".

Nota: 14/20

Conclusão:

Pontos fortes: História muito bem feita; Controle simples, fácil e de rápida resposta; Ótima ambientação.

Pontos fracos: Gráficos que poderiam ser mais trabalhados; Texturas serrilhadas; Alguns inimigos são irritantes até para níveis altos(Firebird, por exemplo).

Pontos mistos: No inicio, a dificuldade do jogo é alta mesmo no nível "Normal'', o que pode ser bom para quem gosta de desafios, ou ruim para quem gosta de uma jogatina menos hardcore.


Nota final: 18+16+12+18+14 = 78

E pra finalizar o cinematic trailer do jogo:







Caique Palermo Vasconcellos
Analisa jogos de Xbox 360 para o RandonsThings. Gosta de ouvir Rap e Rock.Acha que o pior erro da sua vida foi entrar em um colégio federal. Quando criança assistia Adult Swin do Cartoon Network, Hermes e Renato e Beavis & Butthead da MTV, por isso ele não se considera "normal".